Da Redação – Ezio Garcia
O motivo da visita foi mais do que justo, perfeito e merecido: o aniversário de 102 anos da progenitora deste que vos fala e de suas oito irmãs, a Dona Maria.
Somada a alegria da festa, e a profunda paz de espírito proporcionada, uma voltinha a pé por São Paulo é absolutamente imperdível, parte do espetáculo e da programação; hoje absurdamente facilitada com a oferta do metrô para tudo quanto é lado da cidade.
AV. PAULISTA E O LARGO TRIANON
Na última terça feira, 09, e na quinta, 11, nossa reportagem revisitou a Av. Paulista, a avenida símbolo de São Paulo, onde pontificam o prédio da poderosa FIESP -Federação das Indústrias de São Paulo; o MASP -Museu de Arte de São Paulo, e o Largo Trianon, bem à frente do MASP, um inacreditável oásis verde que viceja no coração financeiro do País.
RUA CONSOLAÇÃO E O CENTRO HISTÓRICO
A voltinha alcançou a Rua Consolação -a velha e boa Rua Consolação-, cantada por Tomzé e tantos poetas, refúgio dos intelectuais paulistanos frequentadores do Cine Belas Artes e do famoso Bar Riviera. bem à sua frente, de onde dizem Raúl Seixas -que morou um tempo na Rua Bela Cintra; não saia.
Também revisitou parte do centro histórico, no cruzamento da Rua Xavier de Toledo com o Viaduto do Chá, local do famoso e fiinado Mappin, e do Teatro Municipal, cujo prédio é do tempo em que teatro se escrevia com “h”, theatro.
PAZ E FEIJOADA
Adentrou pela zona norte , na Vila Paiva -alto da Vila Guilherme-, um bonito, ordeiro e pacífico bairro predominantemente habitado por idosos, onde às quintas feiras a feirinha é sagrada e cultural para os moradores.
E terminou na Rua Maria Cândida, centro da Vila Guilherme, onde pontuam a Paróquia Nossa Senhora da Anunciação, e o histórico Bar Do Alemão, onde se saboreia a melhor feijoada da região, todo o trajeto acompanhado pelos ipês amarelos, que aqui, ali e acolá vicejam, deslumbrantes.
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